Case · usina de asfalto e pavimentação

Case CJ Asfaltos: coleta de dados na usina e em campo

A CJ Asfaltos produz asfalto em usina própria no RS e também faz a aplicação em campo. Isso exige controle nas duas frentes: na usina, para que o produto chegue ao cliente em boas condições; em campo, porque aplicar envolve equipamentos, pessoas e conhecimento técnico para que o serviço saia adequado, limpo e dentro das diretrizes do cliente.

Resumo do case
  • DesafioO crescimento da operação criou gargalos em 3 frentes críticas: gestão da manutenção das máquinas, demora na conferência de agregados/fretes e sincronia do PCP com o fluxo de caminhões no pátio.
  • SoluçãoUm aplicativo de campo conectando operadores, mecânicos e sistemas em um ecossistema único, sem mudar bruscamente a rotina da equipe.
  • ResultadoRedução da digitação manual no backoffice, histórico confiável para evitar indisponibilidades dos equipamentos e rastreabilidade da massa, da fabricação à aplicação.
Tanque da usina da CJ Asfaltos, quadro do vídeo Indústria 4.0 na pavimentação Vídeo no Instagram “Indústria 4.0 na pavimentação” A CJ mostra a operação, da usina à cancha. Publicado pela CJ com a ITR. Assistir no Instagram →
Nesta página
  1. O cliente
  2. O desafio
  3. A solução
  4. A tecnologia
  5. Os resultados
  6. Perguntas frequentes
O cliente

Quem é a CJ Asfaltos

Fundada em 2016, a CJ Asfaltos é referência no mercado gaúcho de asfalto, com usina de asfalto própria. Na usina e nas obras em que aplica, opera caminhões, vibroacabadoras, rolos compactadores e outras máquinas pesadas, próprias e locadas, que precisam estar sempre disponíveis.

LS
Pela CJ Asfaltos

“Ferramentas que permitem organizar informações, acompanhar a operação e tomar decisões com mais precisão.”

Luiz Henrique Scharlau Gerente Industrial
O desafio

Três frentes, uma depois da outra

A CJ buscou a ITR por três motivos. O primeiro foi a manutenção: faltava uma gestão eficiente dos equipamentos e máquinas, na usina e em campo. O segundo, os agregados: conferir as notas fiscais com a pesagem e calcular o frete levava mais de uma semana, em um trabalho manual, sujeito a erros e retrabalho. O terceiro, o PCP: a usina produz sem parar, e cada caminhão de cliente precisa chegar, entrar na fila, carregar, pesar e sair no ritmo dela. Essa sincronização entre pátio, usina e balança, coordenada por rádio e WhatsApp, precisava de melhorias para ganhar eficiência.

3frentes: manutenção, agregados e PCP, implantadas uma depois da outra
+1 semanaera o tempo para conferir as notas de agregados com a pesagem e calcular o frete

1Manutenção de frota e equipamentos (a primeira demanda)

  • A frota é diversa, própria e locada, e trabalha na usina e em campo.
  • Com o crescimento da operação, a manutenção precisava de um controle único: checklist antes de operar, um caminho claro para cada ocorrência e preventiva programada para cada equipamento.
  • Horas, peças e histórico de cada equipamento precisavam ficar registrados, para que a equipe de manutenção planejasse a agenda com dados.

2Controle de agregados: nota fiscal × balança × frete

  • As notas fiscais de brita e areia eram conferidas e digitadas uma a uma.
  • Não havia um jeito rápido de comparar o que a nota dizia com o que a balança pesou.
  • O cálculo do frete e a base para pagar os freteiros dependiam de planilhas paralelas.
  • Todo esse ciclo levava mais de uma semana, sujeito a erros e retrabalho.
Pátio de agregados da CJ Asfaltos, com pilhas de brita e areia e pá carregadeira
Pátio de agregados: cada carga que chega é conferida contra a nota fiscal e a pesagem.

3PCP: sincronizar pátio, usina e balança

Pátio→Fila→Carregamento→Pesagem→Saída
  • Ligada, a usina produz sem parar: a comporta abre para carregar um caminhão e fecha enquanto o próximo se posiciona.
  • Cada caminhão de cliente segue uma sequência: chega ao pátio, entra na fila, carrega, pesa e sai. Pátio, usina e balança precisam saber, ao mesmo tempo, qual caminhão está em qual etapa.
  • Essa coordenação, feita por rádio e WhatsApp, precisava ganhar eficiência, e o status da produção dependia da equipe de programação.
  • A CJ também queria rastrear a qualidade de cada produção, na fabricação e, quando a aplicação é dela, em campo: ter evidência registrada (temperaturas, horários e fotos) de cada etapa, com rastreabilidade, qualidade e transparência.
Caminhão sendo carregado sob a calha da usina de asfalto da CJ Asfaltos
Carregamento na usina: cada caminhão precisa entrar, carregar e sair no ritmo da produção.
A solução

Como a ITR trabalhou

O trabalho seguiu o Método ITR: entender o problema, mapear a operação como ela rodava, especificar a solução, desenvolver, implantar na operação real, manter funcionando e evoluir junto com a empresa. A CJ não precisou trazer especificação pronta, e a forma de trabalhar da equipe mudou pouco: quem digitava e copiava passou a conferir.

Nas três frentes, o objetivo era o mesmo: tirar etapas manuais do caminho e ter dados em que a gestão pudesse confiar. A coleta de dados em campo e na usina passou para o aplicativo no celular de quem executa, e cada frente começou depois que a anterior estava funcionando.

Quem digitava e copiava passou a conferir.

1Checklist no celular, incidente direto ao gestor e manutenção preventiva automática

  • Antes de operar, o operador faz o check-in e o checklist do equipamento no celular.
  • Se encontra um problema, abre um incidente no app, que chega direto ao gestor da manutenção.
  • No painel web, o gestor atribui o mecânico, acompanha o andamento e registra horas e custo.
  • A ordem de serviço preventiva abre automaticamente, de acordo com o uso ou com o período de cada equipamento, próprio ou locado.
  • Cada equipamento tem também o seu roteiro de inspeção por periodicidade (diária, semanal, quinzenal, mensal), executado no app com foto e localização. Inspeção concluída gera relatório em PDF por e-mail ao responsável.
  • Com horas, peças e ocorrências registradas, a equipe de manutenção tem o histórico de cada equipamento e planeja com dados.
  • O sistema se integra ao rastreador da frota e mostra, em um painel único, quais equipamentos estão ligados, quais fizeram check-in e quais estão sem registro. No fim da tarde, o gestor de obras recebe o relatório consolidado por e-mail.
Painel de manutenção da CJ Asfaltos: check-ins, incidentes, ordens de serviço e preventivas de um equipamento ao longo de 30 dias
Painel de manutenção: check-ins, incidentes, ordens de serviço e preventivas de cada equipamento, dia a dia (nome do equipamento desfocado).

2Agregados: nota fiscal × balança × frete

  • A nota fiscal dos agregados é capturada eletronicamente: fornecedor, produto, quantidade e valor entram sem digitação.
  • O sistema está integrado à balança e cruza a quantidade da nota com a pesagem real. Divergência aparece na hora.
  • O frete é calculado automaticamente e vira a base para o pagamento dos freteiros, sem planilha paralela.

3PCP: pátio, usina e balança na mesma sequência

  1. O PCP importa a programação do dia e o sistema distribui as tarefas no app.
  2. Cada etapa do caminhão é registrada no app por quem está nela: chegada ao pátio, início do carregamento, dados da usina e pesagem final. Pátio, usina e balança veem a mesma sequência, no mesmo momento.
  3. No carregamento, o operador registra a inspeção do caminhão (limpeza, lona, capacidade) e as temperaturas da massa e da caçamba, com fotos e condições do tempo.
  4. Ao fechar o pedido, o sistema gera o relatório de carregamento: a evidência de qualidade e a rastreabilidade daquela produção.
  5. Quando a aplicação é da CJ, o encarregado registra a chegada, a temperatura da massa no destino, a temperatura do solo e o início e o fim da aplicação, com fotos e assinatura digital. O relatório de aplicação sai sozinho e completa a rastreabilidade, da fabricação à aplicação.

Durante a produção, gestor e diretoria recebem aviso no WhatsApp a cada etapa, sem precisar perguntar a ninguém.

Equipe da CJ Asfaltos aplicando asfalto em campo, com rolo compactador
Aplicação em campo: o encarregado registra no app a temperatura da massa, a do solo, os horários e as fotos.
A tecnologia

Em todas as frentes

App no celular para quem executa, que funciona sem internet e sincroniza quando a conexão volta · painel web para quem gerencia · integrado ao que já existia (balança, rastreador, nota fiscal eletrônica, WhatsApp e planilha de programação) · relatórios automáticos em PDF por e-mail. Tudo no mesmo sistema: cada frente nova aproveitou os cadastros, o painel e o banco de dados das anteriores.

Como a solução se apresenta
  • App no celularPara quem executa. Funciona sem internet e sincroniza depois.
  • Painel webPara quem gerencia, com o dado já consolidado.
  • IntegraçõesBalança, rastreador, nota fiscal eletrônica, WhatsApp e planilha de programação.
  • Relatórios automáticosEm PDF, por e-mail, a cada inspeção, carregamento e fim de dia.
1sistema para as três frentes
0digitação na entrada da nota fiscal dos agregados
4etapas de cada caminhão registradas no app: pátio, carregamento, usina e pesagem
6tipos de registro de manutenção em campo: check-in, check-out, inspeção, incidente de campo, OS de manutenção e OS preventiva
7visões no painel de gestão da manutenção: visão geral, tarefas concluídas, OS abertas, OS concluídas, alertas, uso e relatório de manutenção
Ciclo completoda manutenção: do incidente aberto em campo à OS concluída, e a próxima preventiva abre sozinha pelo uso ou pelo período

Algum desses desafios é parecido com o da sua operação?

Vamos conversar
Os resultados

O que mudou para a CJ

O ganho maior apareceu em dois lugares.

No backoffice

Conferir nota por nota, digitar, calcular frete, montar relatório e repassar informação deixou de ser trabalho manual. O sistema faz, e a equipe confere.

Na manutenção

A equipe passou a ter a informação para reduzir o índice de quebra e uma forma única de gerir as preventivas, dos equipamentos próprios e dos locados.

  • Redução de custoMenos horas de backoffice em digitação, conferência e relatórios.
  • Redução de errosNota, pesagem e frete cruzados pelo sistema.
  • Rastreabilidade e auditoriaCada carregamento, inspeção, incidente e ordem de serviço registrado com data, hora e responsável.
  • Qualidade e conformidadeCada etapa evidenciada, da fabricação à aplicação, com transparência.
  • Controle da operaçãoPreventiva aberta pelo uso e pátio, usina e balança na mesma sequência.
  • Velocidade da informaçãoRelatórios e avisos saem sozinhos, a cada etapa e no fim do dia.
Serve para a sua operação?

A mesma coleta de dados em campo, em operações parecidas

O mesmo tipo de coleta de dados em campo resolve problemas parecidos em:

  • usinas de asfalto e empreiteiras de pavimentação;
  • concreteiras e fábricas de blocos, tubos e pré-moldados, que compram agregados e pagam frete por tonelada;
  • pedreiras e areeiras, que pesam e expedem carga todos os dias;
  • qualquer operação com frota e máquinas pesadas.
Perguntas frequentes

O que costumam perguntar

O sistema da CJ é um produto pronto?

Não. Foi especificado a partir da operação da CJ, com os formulários, as regras e os relatórios dela. Por isso a equipe mudou pouco a forma de trabalhar.

Funciona sem internet no campo?

Sim. Em campo o sinal falha. O app registra tudo sem conexão e sincroniza quando a internet volta.

Precisa trocar a balança ou o que já está em uso?

Não. O sistema se integra ao que já existe: balança, rastreador, nota fiscal eletrônica, WhatsApp e planilhas.

Dá para começar só por uma frente?

Sim. Na CJ, cada frente foi implantada e depois a seguinte aproveitou o que já existia. É assim que as soluções da ITR viram um ecossistema, e não sistemas soltos.

O que acontece depois da implantação?

A ITR mantém o sistema funcionando e evolui junto com a operação. Quando algo muda na CJ, o ciclo se repete em escala menor: entender, desenvolver, implantar.

Vamos conversar

Traga o problema da sua operação — vamos conversar sobre como resolver usando a tecnologia.

Qual desses desafios mais se parece com a sua operação?

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