Case · usina de asfalto e pavimentaçãoCase CJ Asfaltos: coleta de dados na usina e em campo
A CJ Asfaltos produz asfalto em usina própria no RS e também faz a aplicação em campo. Isso exige controle nas duas frentes: na usina, para que o produto chegue ao cliente em boas condições; em campo, porque aplicar envolve equipamentos, pessoas e conhecimento técnico para que o serviço saia adequado, limpo e dentro das diretrizes do cliente.
- DesafioO crescimento da operação criou gargalos em 3 frentes críticas: gestão da manutenção das máquinas, demora na conferência de agregados/fretes e sincronia do PCP com o fluxo de caminhões no pátio.
- SoluçãoUm aplicativo de campo conectando operadores, mecânicos e sistemas em um ecossistema único, sem mudar bruscamente a rotina da equipe.
- ResultadoRedução da digitação manual no backoffice, histórico confiável para evitar indisponibilidades dos equipamentos e rastreabilidade da massa, da fabricação à aplicação.
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“Indústria 4.0 na pavimentação”
A CJ mostra a operação, da usina à cancha. Publicado pela CJ com a ITR.
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Quem é a CJ Asfaltos
Fundada em 2016, a CJ Asfaltos é referência no mercado gaúcho de asfalto, com usina de asfalto própria. Na usina e nas obras em que aplica, opera caminhões, vibroacabadoras, rolos compactadores e outras máquinas pesadas, próprias e locadas, que precisam estar sempre disponíveis.
“Ferramentas que permitem organizar informações, acompanhar a operação e tomar decisões com mais precisão.”
Luiz Henrique Scharlau Gerente IndustrialTrês frentes, uma depois da outra
A CJ buscou a ITR por três motivos. O primeiro foi a manutenção: faltava uma gestão eficiente dos equipamentos e máquinas, na usina e em campo. O segundo, os agregados: conferir as notas fiscais com a pesagem e calcular o frete levava mais de uma semana, em um trabalho manual, sujeito a erros e retrabalho. O terceiro, o PCP: a usina produz sem parar, e cada caminhão de cliente precisa chegar, entrar na fila, carregar, pesar e sair no ritmo dela. Essa sincronização entre pátio, usina e balança, coordenada por rádio e WhatsApp, precisava de melhorias para ganhar eficiência.
1Manutenção de frota e equipamentos (a primeira demanda)
- A frota é diversa, própria e locada, e trabalha na usina e em campo.
- Com o crescimento da operação, a manutenção precisava de um controle único: checklist antes de operar, um caminho claro para cada ocorrência e preventiva programada para cada equipamento.
- Horas, peças e histórico de cada equipamento precisavam ficar registrados, para que a equipe de manutenção planejasse a agenda com dados.
2Controle de agregados: nota fiscal × balança × frete
- As notas fiscais de brita e areia eram conferidas e digitadas uma a uma.
- Não havia um jeito rápido de comparar o que a nota dizia com o que a balança pesou.
- O cálculo do frete e a base para pagar os freteiros dependiam de planilhas paralelas.
- Todo esse ciclo levava mais de uma semana, sujeito a erros e retrabalho.

3PCP: sincronizar pátio, usina e balança
- Ligada, a usina produz sem parar: a comporta abre para carregar um caminhão e fecha enquanto o próximo se posiciona.
- Cada caminhão de cliente segue uma sequência: chega ao pátio, entra na fila, carrega, pesa e sai. Pátio, usina e balança precisam saber, ao mesmo tempo, qual caminhão está em qual etapa.
- Essa coordenação, feita por rádio e WhatsApp, precisava ganhar eficiência, e o status da produção dependia da equipe de programação.
- A CJ também queria rastrear a qualidade de cada produção, na fabricação e, quando a aplicação é dela, em campo: ter evidência registrada (temperaturas, horários e fotos) de cada etapa, com rastreabilidade, qualidade e transparência.

Como a ITR trabalhou
O trabalho seguiu o Método ITR: entender o problema, mapear a operação como ela rodava, especificar a solução, desenvolver, implantar na operação real, manter funcionando e evoluir junto com a empresa. A CJ não precisou trazer especificação pronta, e a forma de trabalhar da equipe mudou pouco: quem digitava e copiava passou a conferir.
Nas três frentes, o objetivo era o mesmo: tirar etapas manuais do caminho e ter dados em que a gestão pudesse confiar. A coleta de dados em campo e na usina passou para o aplicativo no celular de quem executa, e cada frente começou depois que a anterior estava funcionando.
Quem digitava e copiava passou a conferir.
1Checklist no celular, incidente direto ao gestor e manutenção preventiva automática
- Antes de operar, o operador faz o check-in e o checklist do equipamento no celular.
- Se encontra um problema, abre um incidente no app, que chega direto ao gestor da manutenção.
- No painel web, o gestor atribui o mecânico, acompanha o andamento e registra horas e custo.
- A ordem de serviço preventiva abre automaticamente, de acordo com o uso ou com o período de cada equipamento, próprio ou locado.
- Cada equipamento tem também o seu roteiro de inspeção por periodicidade (diária, semanal, quinzenal, mensal), executado no app com foto e localização. Inspeção concluída gera relatório em PDF por e-mail ao responsável.
- Com horas, peças e ocorrências registradas, a equipe de manutenção tem o histórico de cada equipamento e planeja com dados.
- O sistema se integra ao rastreador da frota e mostra, em um painel único, quais equipamentos estão ligados, quais fizeram check-in e quais estão sem registro. No fim da tarde, o gestor de obras recebe o relatório consolidado por e-mail.

2Agregados: nota fiscal × balança × frete
- A nota fiscal dos agregados é capturada eletronicamente: fornecedor, produto, quantidade e valor entram sem digitação.
- O sistema está integrado à balança e cruza a quantidade da nota com a pesagem real. Divergência aparece na hora.
- O frete é calculado automaticamente e vira a base para o pagamento dos freteiros, sem planilha paralela.
3PCP: pátio, usina e balança na mesma sequência
- O PCP importa a programação do dia e o sistema distribui as tarefas no app.
- Cada etapa do caminhão é registrada no app por quem está nela: chegada ao pátio, início do carregamento, dados da usina e pesagem final. Pátio, usina e balança veem a mesma sequência, no mesmo momento.
- No carregamento, o operador registra a inspeção do caminhão (limpeza, lona, capacidade) e as temperaturas da massa e da caçamba, com fotos e condições do tempo.
- Ao fechar o pedido, o sistema gera o relatório de carregamento: a evidência de qualidade e a rastreabilidade daquela produção.
- Quando a aplicação é da CJ, o encarregado registra a chegada, a temperatura da massa no destino, a temperatura do solo e o início e o fim da aplicação, com fotos e assinatura digital. O relatório de aplicação sai sozinho e completa a rastreabilidade, da fabricação à aplicação.
Durante a produção, gestor e diretoria recebem aviso no WhatsApp a cada etapa, sem precisar perguntar a ninguém.

Em todas as frentes
App no celular para quem executa, que funciona sem internet e sincroniza quando a conexão volta · painel web para quem gerencia · integrado ao que já existia (balança, rastreador, nota fiscal eletrônica, WhatsApp e planilha de programação) · relatórios automáticos em PDF por e-mail. Tudo no mesmo sistema: cada frente nova aproveitou os cadastros, o painel e o banco de dados das anteriores.
- App no celularPara quem executa. Funciona sem internet e sincroniza depois.
- Painel webPara quem gerencia, com o dado já consolidado.
- IntegraçõesBalança, rastreador, nota fiscal eletrônica, WhatsApp e planilha de programação.
- Relatórios automáticosEm PDF, por e-mail, a cada inspeção, carregamento e fim de dia.
Algum desses desafios é parecido com o da sua operação?
Vamos conversarO que mudou para a CJ
O ganho maior apareceu em dois lugares.
No backoffice
Conferir nota por nota, digitar, calcular frete, montar relatório e repassar informação deixou de ser trabalho manual. O sistema faz, e a equipe confere.
Na manutenção
A equipe passou a ter a informação para reduzir o índice de quebra e uma forma única de gerir as preventivas, dos equipamentos próprios e dos locados.
- Redução de custoMenos horas de backoffice em digitação, conferência e relatórios.
- Redução de errosNota, pesagem e frete cruzados pelo sistema.
- Rastreabilidade e auditoriaCada carregamento, inspeção, incidente e ordem de serviço registrado com data, hora e responsável.
- Qualidade e conformidadeCada etapa evidenciada, da fabricação à aplicação, com transparência.
- Controle da operaçãoPreventiva aberta pelo uso e pátio, usina e balança na mesma sequência.
- Velocidade da informaçãoRelatórios e avisos saem sozinhos, a cada etapa e no fim do dia.
A mesma coleta de dados em campo, em operações parecidas
O mesmo tipo de coleta de dados em campo resolve problemas parecidos em:
- usinas de asfalto e empreiteiras de pavimentação;
- concreteiras e fábricas de blocos, tubos e pré-moldados, que compram agregados e pagam frete por tonelada;
- pedreiras e areeiras, que pesam e expedem carga todos os dias;
- qualquer operação com frota e máquinas pesadas.
O que costumam perguntar
O sistema da CJ é um produto pronto?
Não. Foi especificado a partir da operação da CJ, com os formulários, as regras e os relatórios dela. Por isso a equipe mudou pouco a forma de trabalhar.
Funciona sem internet no campo?
Sim. Em campo o sinal falha. O app registra tudo sem conexão e sincroniza quando a internet volta.
Precisa trocar a balança ou o que já está em uso?
Não. O sistema se integra ao que já existe: balança, rastreador, nota fiscal eletrônica, WhatsApp e planilhas.
Dá para começar só por uma frente?
Sim. Na CJ, cada frente foi implantada e depois a seguinte aproveitou o que já existia. É assim que as soluções da ITR viram um ecossistema, e não sistemas soltos.
O que acontece depois da implantação?
A ITR mantém o sistema funcionando e evolui junto com a operação. Quando algo muda na CJ, o ciclo se repete em escala menor: entender, desenvolver, implantar.
Traga o problema da sua operação — vamos conversar sobre como resolver usando a tecnologia.
Qual desses desafios mais se parece com a sua operação?